Exposis Protege As Duplas do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia
Maria Clara e Carolina, filhas da ex-jogadora da Seleção Brasileira de Vôlei Isabel
Na primeira semana de abril de 2007, a ex-jogadora da seleção brasileira de vôlei Isabel acostumada com questões técnicas do esporte se deparou com um problema nada simples: suas filhas tinham participação confirmada para a etapa de Campo Grande no Mato Grosso do Sul do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia, embaladas pela boa atuação na etapa anterior em Santos no Estado de São Paulo.
Naquele momento, o Brasil via o número de casos de dengue crescer 39% em uma semana. Em Campo Grande, nunca tanta gente tinha sido picada e infectada pelo mosquito da dengue. Além de técnica de três atletas em excelente posição no ranking da Confederação Brasilera de Vôlei, Isabel tinha que decidir entre expor seus filhos ao risco da doença ou interromper a seqüência de excelentes resultados dos atletas da família.
"Vamos abusar do repelente e evitar as áreas de risco”, avisou Maria Clara, 23 anos, a mais velha das filhas da ex-jogadora Isabel. "Até achei que o torneio corria o risco de ser cancelado, mas já que está confirmado o melhor remédio é a prevenção" completou Carolina ao Jornal O Globo http://oglobo.globo.com/esportes/mat/2007/04/04/295226453.asp.
Se contraíssem a dengue clássica, ficariam meses em recuperação sem poder jogar com 100% de suas condições físicas. Se fosse a dengue hemorrágica, o ano esportivo estaria definitivamente encerrado além do risco de morte. Se faltassem, perderiam por WO e veriam suas chances no circuito escorrerem pelos dedos. Anos de preparação desperdiçados por conta de uma picada do Aedes egypti.
DOENÇAS TRANSMITIDAS POR INSETOS
Os insetos dominam o mundo: é o animal em maior número em todo o planeta. Muitos deles precisam do sangue de outros animais para desenvolver seus ovos e é nesse momento que são transmitidas algumas das doenças mais importantes que ameaçam o ser humano.
Segundo a OMS - Organização Mundial da Saúde, uma em cada 17 mortes no mundo ocorre em decorrência de uma picada de inseto. Como insetos e humanos convivem desde sempre, a medicina já se dedicou ao assunto e muita coisa se sabe. Pelas características dessas doenças, e a capacidade dos vírus em se modificar e se adaptar, apenas a Febre Amarela conta com uma vacina que deve ser renovada de 10 em 10 anos.
Dengue, malária, leishmaniose, doença de chagas e muitas outras só podem ser evitadas tomando duas medidas básicas: a eliminação do inseto e de sua larva por meio do controle do ambiente e as medidas proteção individual com a aplicação de repelentes cutâneos bem como o uso de mosquiteiros tratados com inseticidas durante o sono.
O controle do inseto nas suas diversas etapas de desenvolvimento só possível em ambientes controlados com a aplicação de inseticidas e é impossível em atividades ao ar livre. Já a proteção individual garante que a picada não vai acontecer. Não importa se o mosquito ou o carrapato exista, seja adulto, seja larva ou seja ninfa. Basta uma picada do inseto infectado para que a doença seja transmitida.
MEDICINA BASEADA EM EVIDÊNCIAS
O Laboratoire Osler - Paris desenvolveu na França uma linha de produtos com base nas evidências médicas, inicialmente para atender uma demanda do exército francês para proteção de seus soldados nas missões em regiões tropicais. Depois, oferecendo a mesma proteção para o público em geral, oferecendo os produtos em farmácias e drogarias.
LINHA DE PRODUTOS EXPOSIS
No Brasil, a linha de produtos Exposis é a única que obedece em sua fórmula, o que determina a literatura médica sobre proteção contra picadas insetos.
Empresas como Cia. Vale do Rio Doce, Furnas, Petrobrás, Light, Eletropaulo, os pilotos e organizadores do Rally dos Sertões, atletas de todas as modalidades que os deixa expostos, se valem da Linha Exposis para proteção contra o desconforto, as reações alérgicas e as doenças transmitidas por insetos.